Falar em público pode trazer receio mesmo a quem conhece o assunto. Preparar a mensagem, reconhecer as necessidades de quem vai ouvir e ensaiar em voz alta são pontos de partida para conduzir a apresentação.

Qual a importância da comunicação e como falar em público?
Comunicar envolve expressar, interpretar e responder. No trabalho, isso aparece ao explicar uma proposta, esclarecer uma dúvida ou negociar um prazo. A competência técnica precisa encontrar uma forma compreensível para o interlocutor, sem substituir a qualidade da entrega.
A forma de apresentar uma ideia muda conforme o público, o objetivo e a situação. Uma conversa individual permite ajustes que uma palestra para muitas pessoas nem sempre oferece.
Bom quando falamos em comunicação é preciso destacar que existe a comunicação verbal e a não verbal.
Como comunicação verbal podemos apresentar a escrita e a oral, essas são as mais usadas e conhecidas, já a comunicação não verbal pode-se destacar os gestos, os sinais, expressões faciais, códigos sonoros, placas, entre outros.
Muitas vezes, um simples sinal ou até mesmo uma placa pode significar muita coisa, como por exemplo, as placas de trânsito, sinais sonoros de ambulância, ou até mesmo a expressão quando alguém está bem zangado.
Como persuadir e como falar bem em público
Persuadir é apresentar razões que ajudem alguém a avaliar uma proposta. Isso exige compreender a outra pessoa, esclarecer limites e respeitar sua decisão, inclusive quando ela discorda.
Gestos, expressão facial e postura participam da interpretação da mensagem. Eles precisam ser lidos no contexto: aparência corporal ou vestuário, isoladamente, não comprovam competência nem permitem conhecer as intenções de alguém.
A conhecida proporção 7–38–55 não descreve o peso universal de palavras, voz e corpo em uma apresentação. Albert Mehrabian esclarece que os resultados se referem a experimentos sobre sentimentos e atitudes, e não à comunicação em geral.
A voz merece treino: volume audível, articulação, pausas e variação de ritmo ajudam a tornar a mensagem compreensível. O objetivo é adequar esses recursos à situação, sem fabricar um tom de segurança que esconda dúvidas relevantes.
Prepare o que sabe, reconheça os limites do assunto e esteja disposto a verificar uma pergunta que não consegue responder. Essa postura permite sustentar a apresentação com honestidade.
O conteúdo continua central. Uma apresentação precisa de uma ideia identificável, argumentos pertinentes e exemplos que ajudem o público a acompanhar o raciocínio. Voz e gestos trabalham a favor dessa compreensão.
Macetes de como falar em público e adequação.

Lembre-se de adequar sua linguagem, para como falar em público, por exemplo, imagine que você é um nutricionista e vai falar sobre a importância da alimentação para três diferentes públicos: idosos, crianças do jardim da infância e adolescentes. Será que você vai abordar os temas da mesma maneira?
Espero sinceramente que não. Embora seja o mesmo conteúdo, será necessário adaptar a sua linguagem ao seu público. Assim você vai conseguir se conectar e ter um poder de influência maior sobre seu ouvinte, além de não se tornar chato ou que não pertença aquele meio.
Em uma conversa, ouvir antes de apresentar a solução ajuda a descobrir o que a outra pessoa precisa compreender. Faça perguntas, confirme seu entendimento e escolha informações pertinentes. Comunicação assertiva inclui dizer com clareza aquilo que o interlocutor precisa saber, mesmo quando não é o que gostaria de ouvir.
Como ter uma comunicação assertiva e ser um bom orador resume-se na influência que você faz sobre sua plateia então seja direto, lembra da segurança? Então as pessoas não gostam de rodeios ou de se sentirem enganadas, seja honesto com as palavras e transparente, transmita respeito, sem brincadeiras que possam constranger os participantes, muitas vezes você vai usar de técnicas que precisam da participação do público então tome cuidado e seja respeitoso, sempre.
Acabando com o Medo de falar em Público
O medo de falar tem causas e intensidades diferentes. Comece por uma situação viável, prepare o conteúdo e ensaie com alguém que possa oferecer feedback. Amplie o desafio gradualmente. Quando a ansiedade provoca sofrimento intenso ou impede atividades importantes, procure orientação de um profissional de saúde.
Lembre-se que você só desenvolverá suas habilidades se praticar. Então mãos às obras, seja no espelho, com o gato, cachorro ou vizinho.
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